Descrição das Sessões

Confira abaixo a descrição de cada uma das sessões paralelas e plenárias do Festival ABCR 2018. Acesse aqui a programação completa e aqui caso queira ver a grade de sessões.

Dia 06

15h30 – Sessões paralelas 1

Sala 1 – [Internacional] O poder das massas – Um caso de estudo brasileiro da GlobalGiving, Michael Gale (GlobalGiving)

O poder do crowdfunding (financiamento coletivo) não está exatamente no financiamento. Está no coletivo. Essa sessão vai explorar dados sobre a doação para organizações da sociedade civil brasileiras, a partir das doações domésticas e internacionais na plataforma do GlobalGiving. Que países doam mais para organizações brasileiras? Que tipos de projetos têm mais sucesso para atrair doadores internacionais? Quando os brasileiros doam para organizações fora do país? Estudos de caso de campanhas brasileiras de crowdfunding de sucesso serão compartilhadas, bem como as principais dicas e armadilhas a evitar quando lançando uma campanha de financiamento coletivo.

Sala 2 – Comunicação inclusiva na captação: por que sua organização deveria se preocupar com isso?, Simone Freire (Espiral Interativa)

Mais de 45 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência (IBGE/2010). O que você precisa saber para que a comunicação digital da sua organização chegue até essas pessoas, ampliando seu mindshare, adequando-se à legislação (LBI) e contribuindo para a inclusão digital de um quarto da população brasileira.

Sala 3 – [Internacional] Os desafios na implantação de setores de captação em organizações de base – Uma experiência de Misereor no Brasil, Cláudia Fix (Misereor) e Luís Donadio (Fiocruz)

Quais os desafios na implantação de um núcleo de captação Institucional? Neste encontro abordaremos a experiência de Misereor e suas organizações parceiras , refletindo sobre erros, acertos e aprendizados na construção de um modelo de captação institucional.

Sala 7 – Conhecendo o Middle Donor Brasileiro: resultados da pesquisa sobre o perfil social, demográfico, comportamental desse potencial doador de alta renda, Alexandre Abdal (FGV-SP) e Amanda Fazano Cardoso (Conectas)

Nos últimos anos houve um aumento na produção de conteúdo sobre o comportamento do doador brasileiro, porém pouco foi explorado as tendências e motivações de doação de profissionais com altos salários, como médicos, advogados, agentes do mercado financeiro e outros. Por isso, a Conectas e a FGV-CEAPG em parceria com o Fundo BIS, desenvolveram uma pesquisa sobre o perfil social, demográfico, comportamental do potencial doador brasileiro de alta renda, os middle donors. Na palestra vamos apresentar os resultados da primeira fase da pesquisa, e falaremos mais sobre suas motivações, interesses e percepções sobre as causas de direitos humanos. Somente com informação qualificada poderemos criar estratégias de captação de recursos que façam sentido para essa fatia de mercado ainda pouco explorada no Brasil e que podem ser uma nova alternativa para a diversificação das fontes de financiamento das organizações.

Sala 8 -Go Digital or get ubered: Case de “digitalização” da venda de tíquetes antecipados da Campanha McDia Feliz, Bruno Chamma (ESPM), Bianca ProvedelHelen Pedroso (Instituto Ronald McDonald), Diogo Roberte e Gabriel Yamaya (PicPal)

Nos EUA, “being Ubered” é a expressão do momento no mundo dos negócios que traz na essência a importância de estarmos atentos ao mercado e às inovações que podemos agregar para que nossas campanhas e ações não fiquem ultrapassadas. A campanha McDia Feliz que completa 30 anos em 2017 buscou reinventar sua principal modalidade de arrecadação através do Projeto do “Tíquete Digital”, permitindo realizar vendas através de ferramentas digitais incluindo vendas pelo Facebook garantindo a segurança da informação, ampliar a base de participantes e o alcance da campanha, agregando um banco de dados para CRM. Para isso, engajamos no projeto parceiros importantes como Facebook, empresas que desenvolvem novos meios de pagamento online como Pic Pay, além da equipe ligadas a Digital Engagement e Marketing de forma a potencializarmos o processo e a arrecadação em prol da causa.

Sala 9 – [Avançada] Quais são os diferenciais do seu Telemarketing? Ou ele é apenas mais um…?, Danilo Jungers (Ferrero Consultoria)

Apresentaremos os principais diferenciais que podem maximizar os resultados de uma das mais importantes ferramentas de captação de recursos “não carimbados”, além de possibilitar a obtenção de uma ampla e crescente carteira de doadores fidelizados para a sua organização.

Sala 10 – [Básica] Alavacagem de recursos para o alcance dos ODS, Rosane Fontoura (FIEP)

Oferecer ferramentas que auxiliem aos participantes CAPTAR, MOBILIZAR E ALAVANCAR recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros visando o alcance do Objetivos de Desenvolvimento Sustentável- ODS, partindo das alianças estratégicas com os principais atores sociais: Governo, Empresas, Organizações da Sociedade Civil e Universidades engajados no desenvolvimento sustentável local.

Sala Salvador – [Básica] Marketing de Causa e o Impacto na sua Organização, Adriana Magalhães (AACD)

Venha aprender um pouco mais sobre as ações de marketing de causa realizadas em parcerias com as empresas, seu poder transformador, seus benefícios e riscos para a empresa e para a instituição, além de alguns cases que demonstram a efetividade dessa ferramenta.

18h – Abertura do Festival ABCR 2018

Os 10 anos do Festival ABCR e o futuro da captação de recursos no Brasil, com Marcelo Estraviz, fundador da ABCR e criador do Festival

Em dez anos, o cenário brasileiro para captação de recursos mudou muito. Da primeira edição do Festival, na PUC-SP, em 2009, até a edição atual, também o Festival ABCR evoluiu, contribuindo para o fortalecimento do setor no país. Nessa sessão, Marcelo Estraviz, criador do evento e fundador da ABCR, refletirá sobre esses avanços e apresentará sua visão sobre o futuro da captação no Brasil e no mundo.

[Internacional] Adotando um novo ecossistema para o impacto social, com Bill Toliver, presidente do Conselho da The Resource Alliance

Organizações da sociedade civil estão mais importantes do que nunca, e ainda assim estamos experimentando pressões e mudanças sem precedentes. Doadores e parceiros que sempre foram confiáveis estão começando a contestar tudo. As respostas não estão mais claras, porque as questões também mudaram. De fato, não está claro nem mesmo se o setor de impacto social pode ser descrito como um “setor”. Está emergindo um ecossistema completamente novo – verdadeiramente esperançoso – que abraça o papel das organizações da sociedade civil, que alcança além das fronteiras dos setores tradicionais e incorpora muitas abordagens diferentes, mas não menos significativas, para a mudança social. Essa sessão focará nas habilidades essenciais e perspectivas necessárias para assumir a liderança nos desdobramentos do novo ecossistema.

Dia 07 de junho

9h – Sessões paralelas 2

Sala 1 – [Internacional] Como conseguir sua certificação CFRE, Eva Aldrich (CFRE)

O que é a certificação Certified Fund Raising Executive (CFRE)? Como ela pode ajudar no seu trabalho de captação, e alavancar a sua carreira? Saiba mais sobre a certificação CFRE – como ela promove melhores práticas em captação de recursos ética, quais são os requisitos, o conhecimento em captação que ela avalia, e como ela pode fazer com que a sua carreira de salte para o próximo nível. A certificação CFRE está disponível on Brasil agora -confira!

Sala 2 – Os Processos de Captação de Recursos do Hospital Mario Penna – MG, César Possas Barbosa Chaves (Estilo Consultoria)

Proporcionar uma visão de quais são os recursos necessários em um Call center com a finalidade de captar recursos para entidades filantrópicas. Analisaremos a estrutura de processos, sistemas de controle e gestão e os fatores necessários para uma boa produção. Finalizando com uma análise da relação entre os investimentos e os resultados financeiros do projeto.

Sala 3 – Novidades de New Orleans: conheça o que foi falado no maior evento de captação do mundo, Ana Flávia Godoi (Seconci – Rio), Bruno Benjamin (ActionAid), Henrique Moraes Prata (Hospital de Amor), Michel Freller (Criando), Roberto Martinez Patressi (Fundação Abrinq) e Suellen Moreira (Sociat)

Por mais um ano a delegação brasileira esteve presente no maior encontro de profissionais de captação em todo mundo, a Conferência Internacional da AFP. Nesta sessão, alguns dos integrantes da delegação irão compartilhar o que foi discutido durante o evento, como foi a experiência de compartilhar conhecimento, interagir com captadores do mundo todo e participar da reunião do Comitê Internacional de Desenvolvimento.

Sala 7 – Prepare-se: a Campanha por uma Cultura de Doação vem aí!, Andrea Wolffenbüttel (IDIS) e Laís Lopes (IPEA)

Desde o ano passado, o IDIS e muitos parceiros estão construindo uma grande Campanha por uma Cultura Doação, de âmbito nacional, para conscientizar a população sobre o poder transformador da doação individual. Ela será lançada ainda neste ano, mas para que seja eficiente, precisamos que as ONGs também façam sua parte na conquista do doador. Venha conhecer a Campanha e saber como estar preparado para tirar o melhor desse movimento!

Sala 8 – Fundos da Criança e do Adolescente – Características e Incentivos à Doação, Armando Broggi (Força FUMCAD) e Valter Espinola Júnior (IOS)

A constituição e estruturação dos Conselhos e dos Fundos, sua atratividade para as Organizações e alavancagem para Municípios e Estados. Características dos Editais e dos projetos com a possibilidade de captação de recursos incentivados com destinação a projetos específicos. A parte da prática da captação, estratégia de identificação de potenciais doadores, e a abordagem para o apoio a uma ação de impacto social com o beneficio da renúncia fiscal.

Sala 9 – [Avançada] Inovação para Captação de recursos – Tecnologia a favor do Terceiro Setor, Clarissa Iser (PROJETA Planejamento e Marketing)

Não sabemos muito sobre o futuro. A única coisa que sabemos é que muitas coisas não serão mais como antes. Neste cenário de rápidas mudanças e inovações tecnológicas, será que iremos captar recursos da forma como sempre captamos? Até pouco tempo atrás, nossa tecnologia mais avançada para captação de recursos eram os sites de crowdfunding. Mas será essa uma inovação disruptiva para o Terceiro Setor? A palestra irá abordar o empreendedorismo e negócios de impacto social que estão surgindo para a captação de recursos, através do case de lançamento da plataforma Bee The Change, vencedora do edital de inovação do SEBRAE Nacional em 2017. A plataforma surge com o desejo de unir investidores e empreendedores sociais para a realização de projetos que utilizam incentivos fiscais no Brasil, com o propósito de otimizar o uso da renúncia fiscal para apoiar projetos sociais e estimular a cultura da doação no país com o uso da tecnologia.

Sala 10 – Panorama de Editais para Captação de Recursos, Bruno Barroso (Prosas)

Desde 2015, a plataforma Prosas já divulgou ou foi ferramenta de gestão para mais de 3.200 editais para a área social. Neste painel, vamos apresentar um estudo inédito sobre o perfil dos editais no Brasil, trazendo importantes insights para quem quer ampliar a captação de recursos por esse caminho!

Sala Salvador – [Básica] Grandes doadores: Quem são? Onde vivem? Do que se alimentam?, Renata Linhares (Sitawi)

Construir uma rede de grandes doadores é uma arte. E, para que seja uma boa arte, é preciso tempo, paciência e determinação. Traçar um diálogo direto com pessoas de alto poder aquisitivo exige um caminho de identificação, pesquisa e planejamento. Essa sessão vai levantar as perguntas e ajudar as organizações a identificarem nas suas próprias redes os potenciais Major Donors.

10h30 – Sessões paralelas 3

Sala 1 – [Internacional] Organizações de base podem mobilizar seus próprios recursos e apoio – Corine Aartman (Fundação Gansos Selvagens) e Patrícia Gordano (CESE)

Oferecer ferramentas que auxiliem aos participantes CAPTAR, MOBILIZAR E ALAVANCAR recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros visando o alcance do Objetivos de Desenvolvimento Sustentável- ODS, partindo das alianças estratégicas com os principais atores sociais: Governo, Empresas, Organizações da Sociedade Civil e Universidades engajados no desenvolvimento sustentável local.d

Sala 2 – Como criar (e manter) uma rede de grandes doadores, Marcos Lima e Castro Pinheiro (Instituto Phi)

Como criar (e manter) uma rede de grandes doadores? Esta é a pergunta que tentamos responder há 4 anos no Instituto Phi. Conectar pessoas físicas de alto poder aquisitivo e empresas a projetos sociais é o nosso trabalho diário e o que acreditamos que tenha um enorme potencial transformador! Já trabalhamos com 75 clientes cujos tickets variam majoritariamente entre R$ 50 mil e R$ 200 mil. Pretendemos nessa palestra falar, de forma bem prática e sem segredos, sobre o que acreditamos ser uma captação que gera valor para os doadores e resultado para os projetos.

Sala 3 – As 5 coisas que aprendi ao implantar um CRM, Douglas Bordini (ABCP)

Diariamente somos “bombardeados” por diversas informações. Tornou-se difícil desenvolver um trabalho eficaz sem que haja um controle e direcionamento correto das informações. Para a área de captação, por exemplo, esta organização pode ser o diferencial entre construir uma base “saudável” ou ter uma base de doadores sem solidez. Neste sentido, vamos compartilhar algumas experiências aprendidas na implantação de um CRM de apoio para a captação.

Sala 7 – A prática na captação de recursos via SICONV, Eduardo de Oliveira Filho (HNSG)

Mais do que acessar o recurso do governo federal, precisamos de uma prática continua, organizada, planejada e orçada desde o relacionamento, representação institucional, da dimensão técnica e da operacionalização, execução e prestação de contas junto SICONV e aos sistemas correlatos. Esta palestra visa apresentar elementos e pontos primordiais para a prática e execução de Emendas Parlamentares e Programas do Governo Federal.

Sala 8 – Experiência da captação e gestão de recursos no terceiro setor na Ãfrica e Europa, Frederico Salmi

Contará com as experiências de como as organizações locais de dois países com realidades bem distintas, Angola (Africa) e Polönia (Leste Europeu). Como essas organizações do terceiro setor captam e gerem recursos para conseguirem efetivamente manterem-se ativas e terem capacidade de transformação eficaz onde atuam.

Sala 9 – [Avançada] Captando muitas doações com a mala direta, Filipe Ribeiro Dantas (Sistêmica Consultoria)

Faça da mala direta uma poderosa arma para captar doações. Hoje muitas organizações estão captando mais e mais doadores com a mala direta. Depois de assistir esta palestra você vai descobrir por que. A mala direta permite você conversar diretamente com seus doadores e prospects, faz com que eles se sintam importantes e usa gatilhos emocionais para estimular a ação. A mala direta é uma mídia com ótima relação custo/benefício e deve ser usada em todas as fases da captação: aquisição, renovação, upgrade, fidelização e recuperação de inativos.

Sala 10 – Juntos Pelas Crianças: Captação e empoderamento em escala, Juntos Pelas Crianças: Captação e empoderamento em escala, Ana Beatriz Paulichenco Tavares (Visão Mundial)

Apresentação do “Juntos Pelas Crianças” (JPC), uma plataforma que promove o fortalecimento e o empoderamento de pequenas e médias organizações, de maneira a alavancar a captação de recurso de maneira simples. O JPC tem como foco organizações que atuam para transformação da vida das crianças. A plataforma é um modelo de marketplace de organizações, que podem utilizar o modelo de sucesso de apadrinhamento de crianças, desenvolvido há mais de 60 anos pela Visão Mundial.

Sala Salvador – [Básica] Facebook: aprenda a dominar essa máquina de fazer doadores, Amarildo Clemente (Ader&Lang)

O Facebook se tornou uma das mais importantes ferramentas de engajamento digital, conectando pessoas do mundo todo a causas. Nessa palestra, vamos compartilhar na prática como você pode captar mais doadores para a sua organização usando todo o potencial dessa ferramenta. Mostraremos na prática como criar uma campanha de sucesso e tornar o digital uma máquina de fazer doadores, trazendo muito mais recursos para você investir na sua causa e contribuir para um mundo melhor.

13h30 – Sessões paralelas 4

Sala 1 – [Internacional] Dez ideias para elevar o programa de captação da sua pequena organização, Ligia Pena (Greenpeace Canadá)

Trabalhar como um captador em uma pequena organização não é fácil. Nos piores casos, não há cultura de filantropia na organização, a pessoa errada está responsável pela captação e a equipe não é apoiada pelo Conselho ou pelos diretores. No entanto, com o devido planejamento, apoio e os profissionais certos, pequenas organizações podem levantar grandes quantidades de dinheiro e implementar sua missão. Organizações pequenas têm um DNA diferente das suas grandes irmãs. Essa sessão vai explorar 10 maneiras práticas e eficazes para elevar o seu programa de captação, te re-energizar como profissional e ajudá-lo a alcançar suas metas de captação.

Sala 2 – A cultura organizacional e mobilização de recursos, Giuseppina Maria Fulco (Associação Casa Família Rosetta)

Mudar e manter a identidade numa sociedade em continua transformação é um grande desafio para as Organizações da Sociedade Civil. A Cultura Organizacional que é o maior patrimônio de uma OSC pode influenciar na mobilização de recursos para o alcance da sustentabilidade organizacional.

Sala 3 – Co-Criar: Da Inovação à Inteligência Artificial nas Organizações do Terceiro Setor, Luciana Patricia de Moraes Botelho (Arena Social)

O Presente e o Futuro da Inteligência Artificial e quais são os verdadeiros impactos dela em nossa vida. Rumos da tecnologia, pesquisas realizadas pelas empresas do setor e como a a evolução tecnológica pode ser aplicada nos processos de automação, redução de custos e suporte à decisão. Ainda, principais tendências, valores da Inteligência Artificial, sobre o comportamento do consumidor, personalizar a comunicação e melhorar a experiência dos clientes com as marcas e o melhor de tudo, como incluí-las em uma Cultura de Filantropia

Sala 7 – Gestão Financeira dos Recursos Captados, José Alberto Tozzi (Tozzi Terceiro Setor)

Gestão Financeira dos Recursos Captados é fundamental para a realização de um projeto de sucesso e garantia de uma prestação de contas adequada. Deve-se levar em conta também a sustentabilidade econômico financeira da organização no sentido de sua continuidade e possibilidade de execução da sua missão

Sala 8 – Uma História de Compromisso Social, Lisa Worcman (Pinheiro Neto Advogados)

Temos o privilégio de ser apontados com um dos bons prestadores de serviços jurídicos do país e essa posição, ao mesmo tempo em que nos dá muito, também nos impõe responsabilidades que vão desde a procura incessante pela manutenção da excelência na nossa atividade até a interação responsável com a sociedade. Historicamente sempre investimos em causas sociais e atualmente nos posicionamos entre os maiores investidores sociais privados brasileiros. No último biênio 2016-2017 foram mais de R$ 9,6 milhões investidos. Nessa busca, nos tornamos o primeiro – e, até meados de 2012, único escritório de advocacia a se associar ao GIFE, instituto que representa o país na Wings (Worldwide Initiative for Grantmaker Support). Agimos assim porque entendemos o investimento social como uma forma de participar ativamente da construção da cidadania e temos consciência de que nossa posição privilegiada na sociedade nos impõe um esforço pela melhoria da qualidade de vida de pessoas que não tiveram a mesma sorte, fortalecendo famílias, crianças e jovens.

Sala 9 – Valor Compartilhado: Como a filantropia vem resignificando os negócios, André de Menezes Lara Resende (Banko)

A economia do mundo vem transitando de um modelo de compra para um modelo de uso, e isso vem impactando em todos os setores, inclusive na filantropia. Vamos falar um pouco sobre valor compartilhado, e como o valor social e econômico tramitam nessa nova visão complementar de apoio à geração de impacto socioambiental através dos negócios.

Sala 10 – Mobilização de Recursos: É sobre o doador e não sobre sua organização, Ana Levy (Ader&Lang)

10 dicas de relacionamento e retenção para fidelizar os seus doadores. Juntos vamos desvendar as melhores práticas e estratégias para um programa de sucesso. Lembre-se: sem o doador, não conseguimos atingir nossa missão. Eles não só doam recursos, mas também acreditam na causa, dão legitimidade para a organização e se engajados, podem ser os melhores meios de divulgação. E você, está preparado para recebe-los?

Sala Salvador – [Básica] Dia de Doar nas instituições: a força da equipe, Carolina Tomaz Batista e Virgínia Araújo Silva Soares (Grupo Luta Pela Vida)

Com a popularização do Dia de Doar no Brasil, a pergunta que vem é: como engajar a comunidade a participar do movimento? O Grupo Luta Pela Vida conta um pouco sobre como implementou o Dia de Doar em Uberlândia: por meio dos colaboradores da própria ONG. A palestra vai abordar as estratégias, experiências e resultados de como contar com quem já está inserido na causa pode abrir portas para o sucesso da campanha.

15h – Sessões paralelas 5

Sala 1 – [Internacional] Utilizando os membros do Conselho para ampliar a sua capacidade de captação, Lindsay Marciniak (CCS Fundraising)

Essa seção vai abordar o tema dos Conselhos das organizações da sociedade civil (em muitos casos conhecidos como Diretoria voluntária), e como os conselheiros podem ajudar a alavancar a criação de uma cultura de filantropia e, como retorno, construir a capacidade de captação de recursos da organização. Isso inclui desenhar as responsabilidades importantes para tanto a equipe da organização como os membros do Conselho. Apesar dessa sessão na abordar diretamente questões de governança de Conselhos, nós vamos compartilhar ideias e dicas para o recrutamento permanente de membros, para que as expectativas de captação de recursos sejam conhecidas e realizadas.

Sala 2 – Divida sua pizza: Como envolver a comunidade e diversificar a captação de recursos, Carlos Roberto Roncaglio (Bairro da Juventude)

Em consonância com o Tema principal a Sociedade em Movimento: Captar para Transformar, trazemos este título a fim de contribuir com público em geral que a diversificação de fontes de captação é o melhor caminho para que as Instituições tenham doações recorrentes e atinjam a sustentabilidade a médio e longo prazo. O engajamento da Sociedade deve ser o principal FOCO para a mobilização de recursos, podendo ser utilizada ferramentas de aproximação com sua CAUSA e assim alcançar as transformações sociais que nosso País tanto precisa.

Sala 3 – [PATROCINADA] Captando Recursos nas Agências dos Correios, Reinaldo Calçade (Correios)

Serão apresentados os serviços que os Correios oferecem para captação de recursos desde a prospecção de novos doadores, relacionamento com doadores frequentes e o recebimento de doações em nossas agências. Uma grande novidade será o oferecimento da solução do envio gratuito de SMS Marketing para aquelas entidades que utilizam a Mala Direta em suas ações de comunicação.

Sala 7 – 10 descobertas sobre a mente do financiador PJ que pode aumentar a sua conversão significativamente, Paloma Pinheiro Lecheta (PeaceLabs)

Já parou pra pensar o que o seu doador realmente quer saber sobre sua organização? Conversamos com 215 organizações sociais e dezenas de doadores PJ para entender como elas se relacionam e os resultados foram surpreendentes. Pare de gastar horas se esforçando no que não é significativo e aprenda onde investir sua energia e tempo para aumentar a taxa de conversão das suas prospecções e fidelizar seus doadores atuais.

Sala 8 – Certificação de organizações: mais confiança para doadores e investidores, Silvia Daskal (Instituto Doar)

A cultura de doação no Brasil está desenvolvimento e cabe também às organizações promove-la. A confiança é a chave deste processo, como revelou a Pesquisa Doação Brasil: 37% dos brasileiros não confia nas ONGs e, para 44% da população, elas não são transparentes sobre o uso dos recursos. Vamos mostrar a importância das organizações atenderem à determinados critérios de gestão e transparência para aprimorar seus processos internos e dialogar melhor com a sociedade.

Sala 9 – Análise Preditiva de Doadores – Investindo nos doadores e resultados certos, Luciano Cardoso Marques (The Donor Factory)

Como determinar com precisão os investimentos de sua organização para a aquisição de doadores? Quais são os doadores que mais precisam ser impactados para se manterem engajados e continuarem com suas doações regulares? Quem pode doar mais e com que frequência? Perguntas fundamentais e complexas que podem levar anos de captação para serem respondidas… até então. Através de uma série de técnicas analíticas e estatísticas, a análise preditiva tem reinventado inúmeras indústrias e marcas como Netflix, Google, Uber, Facebook utilizando Big Data para prever o comportamento humano, otimizando de forma exponencial a capacidade de vendas e rentabilização de empresas, assim como a satisfação de clientes em serviços e produtos onde é aplicada. É hora de saber mais sobre essa incrível técnica que já transforma o seu dia a dia, para utiliza-la em sua organização, sua causa e no engajamento de seus apoiadores.

Sala 10 – [BÁSICA] Mobilização com Indivíduos: Dicas, Cases e Reflexões para começar um programa bem sucedido, Flavia Lang (Comitê Científico do Festival)

Nessa palestra dinâmica e introdutória, Flavia Lang compartilha através de casos reais dicas, pontos importantes e reflexões necessárias para organizações que pretendem embarcar nessa aventura e além de mobilizar recursos, construírem uma base sustentável de apoiadores. É uma palestra focada em iniciantes e através de  muitos exemplos, aborda pontos como infraestrutura, canais de aquisição, relacionamento com doadores, engajamento entre outros.

Sala Salvador – [Básica] Como atrair, converter e engajar doadores pessoa física através do marketing digital, Giulliano Soares (Nossa Causa)

Construa o caminho que seus doadores vão percorrer até realizar sua doação através da Jornada do Doador. Aprenda a mapear o seu público, definir o seu discurso, configurar seus canais de atração e conversão, engajá-los através de réguas de relacionamento e monitorá-los através de indicadores de perfil e comportamento.

17h30 – Sala 1 -[Internacional] Construindo uma cultura de filantropia, com Benjamin Bellegy (WINGS); Graciela Hopstein (Rede Filantropia para a Justiça Social); Lindsay Marciniak (CCS Fundraising); Lucas Tomilheiro Sancassani (Amigos da Poli) e Patrícia Lobaccaro (Brazil Foundation), moderadora

Somos o 75o país no Ranking Mundial da CAF que mede doações em 139. A posição está muito aquém do potencial do país, muito temos para avançar. Para esta plenária reunimos profissionais do setor de diferente países e tipos de organizações que poderão debater sobre o contexto e que ações práticas, nós, profissionais que mobiliza recursos podemos conduzir para contribuir para a Cultura de Filantropia no país.
Nesta plenária será lançada a publicação “Filantropia de justiça social, sociedade civil e movimentos sociais no Brasil”.

Dia 08

9h – Sala 1 – A voz das OSCs: comunicação e engajamento dos brasileiros e organizações. Lançamento da pesquisa da ABCR, ESPM e IPSOS, Márcia Kalvon Woods (ABCR), Daniel Tuler Sobral, Helena Sammarone Henriques, Ismael Rocha, Julia Croco, Mariana Medeiros, Marcos da Silva e Silva, Marcus Nakagawa e Sophia Stedile Dias (ESPM), Danilo Cersosimo e Rupak Patitunda (IPSOS)

10h – Plenárias

Sala 1 – [PATROCINADA] Integração das ONGs com modelos de negócio de impacto, com Fabio Deboni, (Instituto Sabin); Lorhan Caprone, (Instituto Phomenta); Maure Pessanha (Artemisia); e Michel Freller, (Criando), moderador

O que os negócios sociais podem fazer pelas organizações e suas causas? É competição ou solução? Esta plenária irá discutir o movimento dos negócios sociais e de impacto no Brasil e como dialogam com as outras estratégias de sustentabilidade financeira para as OSCs, e acontece em colaboração com o Fórum de Financas Sociais e Negócios de Impacto. Um artigo será produzido reunindo os conteúdos debatido sobre esse tema nos dois eventos.

Sala 08 – [PATROCINADA] Liderança para Inovação em Mobilização de Recursos, Ader Assis (Ader &Lang), moderador, Flávia Tenembaum (MSF), Marcelo Iniarra (ChaXCha) e Regina Gerbi (Unicef)

Por mais de uma década não houve mudanças radicais em nossas estratégias e técnicas de captação de recursos. Desenvolvimentos recentes, nos obrigam a criar novas maneiras de nos engajar com nossos apoiadores e inovações que vão além dos departamentos de captação de recursos. Ao lado do impacto das mudanças regulatórias, como restições com débito em conta ou boletos, teremos que estar prontos para um novo tipo de doador, que está exigindo um relacionamento totalmente diferente com a organização de sua escolha. Neste painel, Flavia Tenembaun [MSF], Regina [Unicef] e Marcelo Iniarra (Resource Alliance) olham para fora do nosso próprio setor e analisam o que o futuro nos reserva. A tecnologia digital está afetando todos os segmentos: mudanças radicais na cadeia de valor estão ocorrendo em todos os setores, como já é claramente visível no varejo e no setor financeiro. Novos papéis e novos players estão surgindo, forçando as organizações a encontrarem maneiras novas e melhores de continuar agregando valor real. No entanto, isso exigirá liderança: pensamento criativo e estratégico real, seguido por decisões ousadas.

11h30 – Histórias Inspiradoras

Sala 1 – Sorria: conheça o case de revista que já doou milhões de reais, Rodrigo Pipponzi, Editora MOL

Rodrigo compartilhará a história da Editora MOL, editora de impacto social que desenvolve projetos socioeditoriais e que já doou mais de 24 milhões para 37 organizações. Baseado no case da revista Sorria, que completa 10 anos em 2018, a MOL desenvolve e vende, em parceria com grandes redes varejistas, publicações de conteúdo inspirador, com modelos de negócio inovadores, que apoiam causas, geram valor aos parceiros e impulsionam mudanças positivas na vida das pessoas.

Sala 2 – Sob a ponta do iceberg: Unindo propósito e estratégia à solução de problemas complexos, Mafoane Odara, Instituto Avon

A partir da sua experiência como investidora social, Mafoane Odara apresentará de que forma a metodologia para mapeamento sistêmico de resolução de problemas complexos pode contribuir para a construção de projetos mais assertivos com soluções verdadeiramente transformadoras.

13h30 – Sessões Paralelas 6

Sala 1 – [Internacional] As Fundações Clinton e Trump: ideias para ajudar você, sua organização e o seu Conselho a evitar atoleiros éticos, Roberto Soto Acosta (Imagine Consultores)

Essa sessão aborda o impacto do comportamento anti-ético (percebido e real) na captação de recursos e nos profissionais de captação, com um foco nos dilemas éticos mais comuns que nós encontramos. Nessa sessão, a necessidade por transparência e accountability será discutida e sugestões concretas serão apresentadas para a criação de uma cultura ética dentro da sua organização. O objetivo é familiarizar os participantes com ética na captação de recursos, e equipá-los com as ferramentas necessárias para disseminar o comportamento ético dentre seus colegas, conselheiros, diretores e doadores, e promover a transparência no local de trabalho.

Sala 2 – O Líder Social: Aspectos da liderança humanizada na condução de equipes do terceiro setor, Gerson Raul Persike (Fundação Pró-Rim)

Se você é gestor de uma Entidade Social, que tipo de Líder você quer ser para ela? Nesta palestra, iremos abordar as características emocionais, humanas, comportamentais e de relacionamento interpessoal do líder, que trazem tanta significância quanto os aspectos técnicos da boa liderança corporativa.

Sala 3 – Relatório / Resultados: como engajar e fidelizar doadores para sua causa, Mônica de Roure (Brazil Foundation)

Este painel visa desmistificar as palavras relatório e resultados, apresentando estas ferramentas como uma ação política de causa; e um instrumento eficaz de engajamento de doadores. Para uma organização ser estratégica e atraente para investidores, é necessário que organizações da sociedade civil compreendam que doadores necessitam conhecer não apenas suas propostas apresentadas, mas que compartilhem com a organização seus resultados, suas vitórias e seus desafios. Há várias ferramentas e formas de se organizar resultados de projetos e resultados institucionais, mas o importante é pensar que elaborar relatórios e reportar resultados não é uma atividade burocrática, mas uma ação de política institucional, comunicação externa e captação de recursos. Não há captação de recursos bem-sucedida a médio prazo sem esta comunicação.

Sala 7 – O #diadedoar 2018: conhecendo a campanha e planejando-se desde já, Kaciane Martins (Instituto CicloBR), Patrícia Stefanuto (Smiles) e Sami Elia (Planeta Social)

O #diadedoar é uma campanha de internacional de mobilização que surgiu em 2012 nos EUA com o nome de #GivingTuesday (3ª feira da doação), em contraponto ao consumo excessivo gerado em datas como “Black Friday” e “Cyber Monday”, e está hoje em mais de 50 países. No Brasil é celebrado desde 2013, com o nome de #diadedoar. Nesse painel, vamos apresentar dois exemplos práticos de ações de sucesso no #diadedoar em 2017, a Smiles e o Instituto CicloBR, além de apresentar materiais de comunicação, a campanha de “feedback” e toolkits para que as OSCs possam baixar e utilizar para suas próprias campanhas de captação de recursos.

Sala 8 – [Patrocinada] Atraindo doadores regulares com o poder das redes sociais, Marcelo Chiminazzo e Othman Namri (SocialBlue)

Há algum tempo, os brasileiros passaram a se importar. Depois, passaram a se manifestar. E chegou a hora de o brasileiro transformar. Mas como aumentar a base de doadores regulares em meio a crise econômica e instabilidade política? Não faz sentido gritar para todos e não ser ouvido – é preciso dialogar e com o público certo.

Sala 9 – [Avançada] A Ciência da Captação: como convencer doadores usando técnicas e ciência, Ana Flávia Godoi (Seconci-Rio) e Thiago Massagardi (Ader&Lang)

A Ciência da Captação propõem trazer estudos e análises sobre o comportamento humano que podemos incorporar no nosso trabalho de prospecção, apresentação, engajamento e negociação para atrair doadores para nossas causas. Na formação os participantes terão a oportunidade de conhecer estudos e a transformar em técnica que podem ser usadas no dia a dia da captação.

Sala 10 -Da ideia ao filme: passo a passo para realizar um vídeo de impacto social, Carlos Henrique Lima (CEAP), Henry Grazinoli e Marcelo Douek (SocialDocs)

Descubra como as narrativas e o audiovisual podem ajudar sua organização na captação de recursos. Depois de criar filmes para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Fundación Avina, Instituto Votorantim e Movimento Arredondar, chegou a hora de dividir nossa experiência com você e revelar os segredos para criar filmes de impacto social com recursos simples e acessíveis, que podem estar nas suas mãos.

Sala Salvador – [Básica] Mobilização da Imprensa: Como Transformar sua Causa em Notícia, Adriana Souza Silva (Pauta Social), Bruna Ribeiro (Projeto Aprendiz) e Viviane Sá

Você gostaria que um repórter contasse a história da sua organização num jornal de grande circulação? Provavelmente, sim. Mas antes de sair correndo atrás da imprensa, é preciso conhecer as vantagens e desvantagens ao lidar com a mídia. Nessa palestra, explicaremos o que o jornalista considera notícia, qual a melhor forma de abordá-lo, o que deve ser dito numa entrevista e, principalmente, que resultados podem surgir desse processo.

15h – Mesas de Debate

Sala 1 – Formas Inovadoras de Captação de Recursos, Andrea Peçanha Travassos (IPE), Henrique Moraes Prata (Hospital de Amor), Moti Begun (Sociedade Beneficente Israelita Talmud Thora) e Ralf Toenjes (Renovatio)

Ouvir sobre inovação na captação de recursos é sempre instigante. Nesta mesa teremos casos exemplares para seguirmos ou que auxilie a nos inspirar para grandes saltos. Como um hospital tradicional e líder na captação de recursos com diversas estratégias resolve trocar o seu nome? Será explicado por um Diretor e pela agência de marketing. Outro caso será o de um fundo de bolsas escolares que em dois dias captou um valor acima de R$ 10 milhões, além de ouvir e se atualizar no sempre emblemático caso da Havaiana e do Instituto IPE com a estratégia de Marketing de Causas.

Sala 2 – A relação entre os bancos e as OSCs: o Marco da Doação, João Paulo Vergueiro (ABCR), moderador e Vítor Silveira Lima Oliveira (Pulso Público)

A ABCR e outros parceiros têm trabalhado na elaboração do Marco Bancário da Doação, iniciativa que permitirá às organizações da sociedade civil terem reconhecida a doação como transação financeira distinta do pagamento, a única atualmente identificada pelo sistema financeiro nacional e pelos bancos, e com isso ser possível desenvolver produtos próprios para a captação de recursos, como boletos de doação, débito em cornt

Sala 3 – As 100 Melhores, Celso Freitas (Vocação), Marcelo Estraviz (Instituto Doar), moderador,  José Geraldo de Paula Pinto (UNAS) e Rilder Flávio de Paiva Campos (Durval Paiva)

Conversaremos com 3 das Melhores ONGs do Brasil em 2017 para descobrir porque elas estão entre as 100 selecionadas, o que as difere das demais e como uma organização pode se tornar mais transparentes e fortalecer a confiança dos doadores. A publicação é anual e realiza um mapeamento de centenas de organizações pelo Brasil para informar e transformar essa iniciativa em um guia pra se doar mais e melhor no país.

Sala 7 – Investimento Social Privado: para além do apoio a projetos, Ana Valéria Araújo (Fundo Brasil de Direitos Humanos), José Marcelo Zacchi (GIFE) e Patrícia Lacerda (Instituto C&A)

Doadores de recursos buscam formas de maximizar seus retornos sociais através de investimentos e ações que vão além do apoio “tradicional” a projetos. Ciclo de capacitações às organizações parceiras ou doações a atividades não usuais mas que tem relevância para a causa são algumas formas de fazê-lo. Esta mesa de debate ajudará aos participantes entender as estratégias de ISP a partir da visão dos próprios doadores.

Sala 8 – Comunicação e Captação de Recursos, Débora Borges (Rede Narrativas), moderadora, Marina Pechlivanis (Itaci / Umbigo do Mundo), Natasha Alexander (Acnur) e Bruno Benjamin (ActionAid)

A mesa abordará a importância de iniciativas consistentes, integradas e contínuas de comunicação para potencializar a captação de recursos das organizações. Os participantes discutirão desafios e oportunidades nesta jornada, que tem várias etapas complementares, e compartilharão aprendizados e cases de sucesso. A proposta é uma troca aberta para que o público possa retornar às suas organizações com insights concretos para otimizar processos e aprimorar resultados.

Sala 9 -O Blockchain como disruptor de mobilização, captação e transparência, Renato Guimarães (Greenpeace) e Liliane Tie (Women In Blockchain Brasil)

Abordar como blockchain traz elementos inovadores e ainda pouco conhecidos para os processos de mobilização e engajamento, captação de recursos e transparência de dados. Um bate-papo sobre estes elementos e respondemos a perguntas que cheguem do público, incluindo cases concretos.

Sala 10 – Mobilizar Pessoas e Diversificar Receitas na Cultura, Juliana Sá (MASP), Lucimara Letelier, (Museu Vivo), moderadora, e Yasmin Youseff (Benfeitoria)

Como engajar pessoas físicas em instituições e projetos culturais desde a atração, manutenção do relacionamento até a doação por meio de programas de sócios. Quais os modelos possíveis no Brasil e no mundo, com impactos na diversificação de receitas e avanços na legitimidade e relevância institucional. De que forma captar de pessoas físicas fundamenta a participação da sociedade civil em causas culturais como fundamentais no desenvolvimento social? Com o MASP, apreendemos como funciona a segmentação das doações integrada ao rebranding alavancando múltiplas fontes e variadas estratégias de captação que reintegram a sociedade como parte da revitalização do museu. A Benfeitoria, que liderou a maior campanha de financiamento coletivo do Brasil com 1Milhão de reais e que foi pioneira em Matching fund e sócio recorrente, traz o crowdfunding como ferramenta catalizadora de processos que consolidam pessoas físicas como fonte de recursos, e o Museu Vivo contextualiza e avalia os cenários, desafios e tendências da captação em cultura e museus com cases do Guia de Fundraising 2017 lançado no Reino Unido.

Sala Salvador – Compliance: temos que pensar nisso?, Airton Grazioli (Ministério Público de São Paulo), Cristiane Motta de Almeida (Engaja Brasil), moderadora, e Juliana Ramalho (Mattos Filho Advogados)

O tema compliance ganha força em todos os setores e, em especial, nas Organizações da Sociedade Civil que buscam sustentabilidade com parcerias sólidas junto às Empresas ou mesmo promover maior transparência nos contratos firmados junto à administração pública. Este painel propõe um debate com opiniões de especialistas do setor privado e do setor público para refletir diferentes pontos de vista.

Observação: todas as palestras internacionais terão tradução simultânea, ou o palestrante falará em português.

Confira aqui a grade de palestras do Festival ABCR 2018.